São algumas inquietações sobre a vida escritas sob a companhia de uma boa garrafa de vinho e os devaneios que trazem os pensamentos.
Neste Blog...
... tenho a liberdade de escrever e deixar ler a quem interessar alguns poemas, fotografias, críticas e outras coisas.A efemeridade da vida e o seu processo cíclico, a efervescência dionisíaca da sociedade são assuntos que quero botar em discussão.Então...fiquem a vontade.
sábado, 28 de maio de 2016
terça-feira, 2 de junho de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Vende-se Poesia!
Poesia à venda
Nos bares
Nos becos
Nas ruas
Nos motéis baratos.
Vendo à cada esquina
O produto do pensamento
Amor em consumo
Ou sexo pago
Vendo!
Um pedacinho da alma
A preços módicos...
Nos bares
Nos becos
Nas ruas
Nos motéis baratos.
Vendo à cada esquina
O produto do pensamento
Amor em consumo
Ou sexo pago
Vendo!
Um pedacinho da alma
A preços módicos...
sábado, 30 de agosto de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
The Cicada
A cicada sings about the mango tree
In the late afternoon of the concrete jungle.
I feel the green smell the sound of car horns
And the laughter of bystanders,
The city is like an altar
The old lady
Written smooth lines of her face
As a new poem in old paper.
The cicada still sings an old song
Song of my old backyard
Where once there were several songs
It many cicadas sang
In the late afternoon the city-lilac.
The cicada sings a sad song
Memories of the old mango tree.
The city has a poem written
In every alley
On every street
The lines that trace paths
Age every dawn.
The cicada still sings
Renew every promise
Not to be sucked into the oblivion
Growing old is losing old friends for long?
In the late afternoon of the concrete jungle.
I feel the green smell the sound of car horns
And the laughter of bystanders,
The city is like an altar
The old lady
Written smooth lines of her face
As a new poem in old paper.
The cicada still sings an old song
Song of my old backyard
Where once there were several songs
It many cicadas sang
In the late afternoon the city-lilac.
The cicada sings a sad song
Memories of the old mango tree.
The city has a poem written
In every alley
On every street
The lines that trace paths
Age every dawn.
The cicada still sings
Renew every promise
Not to be sucked into the oblivion
Growing old is losing old friends for long?
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