Excelente notícia: o Auto da Barca Amazônica foi premiado pelo Instituto Arte na Escola como um dos cinco melhores projetos de educação em artes do Brasil.
Esta premiação é realizada pelo Instituto Arte na Escola, pelo SESI e Fundação IOCHIPE visando reconhecer e revelar projetos desenvolvidos por profissionais de ensino na área de Arte.
Este prêmio é destinado aos professores ou equipes de professores que desenvolveram projetos nos anos de 2008 e/ou 2009 nas respectivas escolas de ensino regular, públicas ou particulares, em todo o território nacional e em qualquer uma das quatro linguagens artísticas (Artes Visuais,Dança, Música, Teatro).
É a primeira vez em onze edições do concurso que o prêmio sai para um projeto de escola pública do Pará e foi justamente no interior do estado, na cidade de Abaetetuba.
A premiação acontecerá no dia 26 de outubro em São Paulo, e saíra publicações a respeito do projeto na web do Instituto Arte na Escola e meios de comunicação.
Nós da equipe do ABA só temos a agradecer e compartilhar esse prêmio com todos aqueles que acreditaram no nosso trabalho e no sonho de desenvolver a educação através da arte.
Meu agradecimento especial vai para o meu parceirão Paulo Anete que comprou junto comigo essa briga.
Vai do fundo do coração o nosso muito obrigado a todos!!!!!!!!!!!
veja a lista de premiados no site:
http://www.artenaescola.org.br/premio/resultado.php
Conheça o nosso projeto no blog:
www.autodabarcamazonica.blogspot.com/
São algumas inquietações sobre a vida escritas sob a companhia de uma boa garrafa de vinho e os devaneios que trazem os pensamentos.
Neste Blog...
... tenho a liberdade de escrever e deixar ler a quem interessar alguns poemas, fotografias, críticas e outras coisas.A efemeridade da vida e o seu processo cíclico, a efervescência dionisíaca da sociedade são assuntos que quero botar em discussão.Então...fiquem a vontade.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Metáforas de Tarô
Uma vez uma velha amiga ( paranormal ou anormal) olhou para mim e disse: espera!
Outra vez dois amigos tarólogos também disseram: espera!
Minha mãe, com um quê de sabedoria, vive me dizendo: espera!
Talvez um dia me venha sobre esse determinado fato as mais belas palavras
mas no momento o que posso dizer é que a espera tem sido para mim um tanto enfadonha, pois não sei o que esperar, e nem sei mais quanto tempo demora.
O fato é que a minha roda do destino está de cabeça para baixo e quando olho para cima, muitas vezes vejo o chão,mas a estrela me diz:
Tenha paciência e espere, geralmente com a esperança vem sempre a dúvida, porém,
tome as rédeas e deixe o carro seguir rumo ao caminho do sol.
Não questione, pois a morte faz o julgamento de tudo que há, e corta as ervas daninhas para que elas desapareçam e renasça em você algo novo.
É preciso muitas vezes dar a mão à loucura para que possamos enxergar o mundo com outros olhos,não se feche ao mundo, mas utilize-se da sabedoria que está dentro de você para enfrentar os obstáculos que irão surgir, você terá temperança para mediar e ponderar as coisas.
O ciclo se fechou, agora você está pronta para ser a imperatriz do seu destino e atravessar o portal da luz que há em seu coração.
Ponho os pés na estrada novamente, dentro de minha bagagem vai os quatro elementos do universo e a força que me guiou sempre me dando coragem para reerguer as torres da casa de Deus.Até então caminho na obscuridade da noite para encontrar encontrar a luz do conhecimento sobre mim mesma.
Hoje sei que sou meu próprio lider, sou imperatriz de mim.
Ponho os pés na estrada novamente, dentro de minha bagagem vai os quatro elementos do universo e a força que me guiou sempre me dando coragem para reerguer as torres da casa de Deus.Até então caminho na obscuridade da noite para encontrar encontrar a luz do conhecimento sobre mim mesma.
Hoje sei que sou meu próprio lider, sou imperatriz de mim.
domingo, 12 de setembro de 2010
Daniel
Posso sentir sua presença
Posso sentir seus movimentos
Posso sentir seu toque
Posso sentir sua respiração
Posso ouvir seu pranto
Posso sorrir seu riso
Posso te dar meu peito
Posso te dar meu colo
Posso acalentar teu sono
Posso receber seu beijo
Posso te conceder um desejo
Posso te dar a mão
Posso te mostrar o caminho
Posso caminhar contigo
Posso aconchegar-te em meu ventre
Posso te dar a luz
Posso sonhar contigo
Posso imarginar-te
Pois ainda não existes
É só fruto de um devaneio meu
Irreal que és
Mas que deseja ser
Daniel.
Posso sentir seus movimentos
Posso sentir seu toque
Posso sentir sua respiração
Posso ouvir seu pranto
Posso sorrir seu riso
Posso te dar meu peito
Posso te dar meu colo
Posso acalentar teu sono
Posso receber seu beijo
Posso te conceder um desejo
Posso te dar a mão
Posso te mostrar o caminho
Posso caminhar contigo
Posso aconchegar-te em meu ventre
Posso te dar a luz
Posso sonhar contigo
Posso imarginar-te
Pois ainda não existes
É só fruto de um devaneio meu
Irreal que és
Mas que deseja ser
Daniel.
Sem Título
Ultimamente tenho sentido em mim
as mesmas mudanças de antigamente.
Talvez ainda esteja presa em meus novos-velhos paradigmas
que insistem em não acompanhar a velocidade do tempo.
Acho que me acostumei em ser atemporal
e migrar para além da vida e da morte
emergindo da cinzas cotidianamente
para minha frágil imortalidade.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Quem sabe?
Quem sabe a busca terminou?
Quem sabe o que virá por trás da nuvem?
Quem sabe um raio de luz me ilumine
E me faça renascer do pó da estrada.
Quem sabe o que virá com a chuva
Em gotas transparentes?
Quem sabe terei um pouco de equilíbrio
Para descansar meus pensamentos
E quem sabe um dia
Minha alma leve e iluminada
Encontre o seu caminho...
Quem sabe?
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O mundo imaginário do Dr. Parnassus" no Líbero
O Cine Líbero Luxardo apresenta o filme de Terry Gilliam "O mundo imaginário do Dr. Parnassus". As exibições serão sempre de quinta a domingo, às 19h30 com ingressos a 5 reais. Vale ressaltar que as quintas estudantes com carteira de meia entrada não pagam. Confira abaixo crítica sobre o filme:
Quando Heath Ledger morreu, em janeiro de 2008, ele estava no meio das filmagens de O mundo imaginário do Dr. Parnassus, de Terri Gilliam (Os doze macacos) – um dos destaques da Mostra de São Paulo 2009 que finalmente chega ao circuito. Para qualquer diretor numa situação dessas, a morte de um dos atores principais de seu filme seria motivo para cancelar a produção. Não para Gilliam.
O cineasta, com a ajuda dos atores Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrel – que assumiram o papel de Ledger - continuou a produção e fez de Dr. Parnassus uma das melhores coisas que o cinema já produziu.
Tudo funciona perfeitamente no filme, desde a parte técnica – direção de arte, fotografia, figurino e efeitos visuais e sonoros são impecáveis – ao roteiro criativo e elenco que brilha – e aí bate uma saudade enorme de Heath Ledger, realmente muito bem no filme.
O modo como os atores dão continuidade ao personagem do astro morto precocentemente é o grande charme do longa. Depp, Law e Farrel surgem dentro do tal mundo imaginário do Dr. Parnassus, onde você pode ser quem quiser e ainda fazer o que desejar, e é justamente a mudança de rosto do personagem o que torna a história mais interessante.
Dr. Parnassus (o ótimo Christopher Plummer) é um imortal que comanda uma trupe no melhor estilo circense. Quem entra em seu misterioso espelho conhece um mundo a parte, baseado nas mais surreais imaginações. O velho homem, no entanto, é surpreendido com a visita do diabo, chamado Nick (Tom Waits), que aparece para fazer uma cobrança.
No passado, Parnassus fez um pacto com o diabo envolvendo sua filha, Valentina (Lily Cole) e agora tenta dribrá-lo para não perder a jovem. Enquanto isso, a moça está se encantando pelo misterioso Tony (Ledger, Depp, Law, Farrel), que foi salvo por ela e, aparentemente, tenta ajudar Parnassus a não perder a filha, mas na verdade está fugindo de seu próprio destino.
A relação entre os personagens, somados aos efeitos visuais que as viagens pela mente de Parnassus podem causar, transformam a história em algo mítico e encantador, uma espécie de realismo fantástico com direito a lição de moral.
Porque O mundo imaginário do Dr. Parnassus, na verdade, é sobre os pecados que cometemos, os erros que não assumimos, as histórias que deixamos de viver, o capitalismo que nos consome e os sonhos que se perdem pelo meio do caminho.
E é, claro, uma ideia genial de Gilliam, um cineasta que conseguiu fazer um grande filme e ainda uma bela homenagem a Heath Ledger.
Crítica por: Janaina Pereira (Cinemmarte)
Serviço:
O mundo imaginário do Dr. Parnassus, de Terry Gilliam (ING/CAN/FRA, 2003)
De quinta a domingo - 02 a 05/09- às 19h30
Ingressos R$ 5,00
(Meia Entrada para estudantes)
Projeto de Experimentação com Teatro de Sombras em Belém
A Escola de Teatro e Dança da UFPA ontem,foi o palco para a exposição do projeto experimental “À Sombra de D. Quixote”, que iniciou sua jornada no mês de agosto, a partir do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Munis – 2009.
A exposição de Sombras envolveu o público em um corredor de sombras onde o espectador pode experimentar visões sombrias, inspiradoras e sensoriais.
A iniciativa parte da perspectiva interativa do projeto, que é dirigido e coordenado pelo ator Milton Aires, e que reúne ainda uma boa parte dos experimentadores de teatro de Belém, como os sombristas Lucas Alberto e Márcia Lima, a artista plástica Jaqueline Souza e o cenógrafo Maurício Franco. O desenho de som de Leo Bitar, consultoria artística de Nando Lima, dramaturgia de David Matos, operação técnica de Thiago Ferradaes, assistência de produção de Lenny Monteiro e dos laboratoristas David Matos, Iara Souza e Aníbal Pacha.
No início de agosto, o laboratório de dramaturgia, conduzido por David Matos, “foi uma troca de experiências riquíssima, especialmente por que David, com muita generosidade, abriu seu baú de suas vivências artísticas”, diz Milton Aires.
A oficina de laboratório de luz e sombra foi ministrada por Iara Souza, que vem desde 2004,desenvolvendo a técnica a partir de uma Bolsa de Criação Artística do IAP, experimentando o teatro de sombras.
De acordo com ela, a necessidade de mostrar o que se vem experimentando, ao público, surgiu porque ao longo de duas semanas, os resultados começaram a se mostrar muito interessantes.
“Nas artes gostamos de deixar o público dar uma beliscadinha naquilo que estamos construindo, por isso decidimos abrir este espaço em forma de uma exposição de sombras, que surgiram a partir de nossas experimentações”, explica Iara.
Iara diz que o teatro de sombra em Belém existe, mas não desta forma que está sendo feito agora no projeto de Milton Aires.
“Estamos experimentando um teatro com objetos, não somente o teatro de sombra figurativo, então eu acredito ser esta uma pesquisa exclusivamente voltada ao teatro de sombra”, considera.
Para Milton Aires, todo este processo tem sido de aprendizado a todos os integrantes da equipe.
“Quando escrevi o projeto tinha uma imagem disparadora na minha cabeça, no caso, o trabalho inspirado em D. Quixote, e o que poderíamos retirar dele, em matéria de sombras. Mas logo depois do primeiro laboratório, as possibilidades se ampliaram , conseguimos resultados diferentes, ainda mais depois deste laboratório da Iara. Então é isso que queremos mostrar ao público, o que já alcançamos e até para ter retorno.
O que as pessoas assistiram tem tudo a ver com o que é a proposta do projeto, que é fazer desses laboratórios de experimentação e criação, o resultado de uma obra coletiva, não atrelada a nenhuma obrigação de cumprir somente o que esteve no papel”, finaliza Aires.
Na próxima semana, a equipe do projeto “À Sombra de D. Quixote” inicia nova jornada, desta vez, imergindo no teatro de formas animadas, com o bonequeiro Aníbal Pacha, do grupo In Bust. O espetáculo, que será o resultado disso tudo, só estreia em novembro. Até lá, muita assombração ainda será experimentada.
Texto retirado da reportagem de Luciana Medeiros.
Blog Holofote Virtual
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